quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O Evangelho Inclusivo

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O Evangelho é inclusivo
Volta e meia aparece uma nova terminologia e a mesma vira moda, torna-se a bola da vez. Um termo interessante que a algum tempo começou a ser bastante propagado é o “evangelho inclusivo”. A verdade é que o Evangelho nunca foi exclusivo e muito menos excludente.

Jesus diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” Mt. 11:28
Um texto bem conhecido até por aqueles que não tem por costume ler a bíblia diz:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna...” Jo. 3:16

Para quem entende que a Bíblia é o guia de fé e pratica do cristão, é necessário também entender que o fato de ser incluido não é sinonimo de não precisar se adequar a princípios, que em muitos momentos podem não estar em concordância com o que gosto, com o que quero, com o que pratico.

O Evangelho inclusivo é bem mais abrangente do que a vertente que se propaga por modismo. Ele inclui não esta ou aquela “categoria” de pessoas, mas a TODOS. Quem, porém, pensa que ao ser incluido continuará da mesma forma e não será desafiado a mudanças, está “redondamente enganado”. É necessario compreender que, ao ser incluido no Reino de DEUS por intermédio de Cristo e sua obra vicária, somos desafiados a seguir a Cristo, que entre algumas coisas diz: 
“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me”.  Lc. 9:33

O verdadeiro Evangelho, que sempre foi inclusivo, não é “mamão com açúcar”, devemos ir a Ele como estamos, mas jamais continuaremos os mesmos à medida que, dia a dia, formos sendo trabalhados por ELE, ao aprendermos, decidindo e aceitando as mudanças que nem sempre nos agradarão, mas que se fazem necessárias. Caso contrário, CERTAMENTE não será o evangelho que nos chamou à INCLUSÃO que se adequará as nossas vontades e desejos.

As Boas Novas falam de um Amor que não é novo, mas eterno e o amor não exclui as lutas internas que travamos, o amor é inclusive sacrificial, sacrificamos desejos, paixãos, praticas, é o ego deixando de reinar. A escolha é pessoal e intransferível. 
 
Tony Sathler


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